Durante o
velório, na madrugada do sábado (2), o pai disse que a criança acordou e
falou que queria água. Antes disso, parentes do garoto chegaram a
comentar que parecia que ele ainda respirava.
A família levou
o menino até uma unidade de saúde próxima ao local do velório, mas a
criança já teria chegado à unidade morta. De acordo com o pai, Antônio
Santos, o médico fez uma nova avaliação e garantiu que realmente o
menino estava morto.
Ele foi
enterrado no fim da tarde do sábado. A família tentou adiar o
sepultamento para ver se ele levantava novamente. O pai conta que o
menino estava com pneumonia e teria tido uma parada cardiorrespiratória
durante a noite, quando já estava no hospital. O atestado de óbito
mostra que ele faleceu às 19h40. O hospital ainda ajudou no funeral da
criança, já porque a família não tinha condições de pagar pelos custos
do enterro.
A Secretaria
Estadual de Saúde disse que a criança chegou em estado grave ao hospital
e foram feitos todos os procedimentos de reanimação, porém ele não
resistiu. A secretaria confirma as informações prestadas na declaração
de óbito.
Coitada da criança não deveria passar por isso.
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