Quem não gosta de uma boa “teoria da conspiração” que jogue a
primeira pedra. Principalmente, se essas teorias tiverem relação com vida
extraterrestre e com objetos voadores não identificados (OVNIS); nesse
caso, a curiosidade é quase sempre muito maior que o medo do que pode
ser revelado.
Há mais de 45 anos, um caso inusitado intrigou a polícia do estado do
Rio de Janeiro. No final da manhã do dia 20 de agosto de 1966, um
garoto subiu o Morro do Vintém para soltar pipa quando se deparou com
dois cadáveres em meio à vegetação. O rapazinho prontamente informou às
autoridades locais, que em minutos já estavam verificando o local do
ocorrido.
Ao chegar à cena,
os policiais identificaram os corpos de Manoel Pereira da Cruz e Miguel
José Viana, juntamente de um caderno de anotações, alguns bilhetes, uma
garrafa de água vazia, duas toalhas e outros apetrechos menos
importantes. Mas o que mexeu com a curiosidade dos policiais é que as
duas vítimas estavam trajando capas impermeáveis (possivelmente de
chuva) e estranhíssimas máscaras de chumbo — comumente utilizadas para
proteger os olhos dos efeitos da radiação.
Ao restituir a trajetória da dupla, a polícia descobriu que
eles eram técnicos em eletrônica, com uma paixão fora do comum por
alienígenas e outros ritos sobrenaturais.
Os dois haviam partido no
último dia 17, de Campos (no Rio de Janeiro), munidos de uma grande soma
em dinheiro para comprar um carro
novo e suprimentos para o trabalho. Isso posto, os policiais não
encontraram dinheiro algum com os corpos e o conteúdo das anotações dos
rapazes aumenta ainda mais o mistério.
O que eram essas cápsulas?
Mesmo os bilhetes estando codificados, as autoridades os
desvendaram e encontraram as seguintes mensagens: “16:30 estar no local
determinado” e “18:30 ingerir cápsulas, após efeito proteger metais
aguardar sinal máscara”. Logo, podemos concluir que os rapazes estavam
seguindo algum tipo de instrução para encontrar alguém ou “alguma coisa” no Morro do Vintém.
Mas a perplexidade maior da história fica por conta da falta de uma
causa mortis dos rapazes. A perícia da polícia não encontrou marcas nos
corpos, o que poderia indicar um caso de assassinato. A análise
toxicológica e a autópsia tampouco conseguiram identificar alguma
substância que pudesse ter atentado contra a vida da dupla.
Desde então, ninguém conseguiu saber ao certo o que eram aquelas
cápsulas, nem quem as forneceu e tampouco quem as manipulou. Claro que
testemunhas juram que viram naves espaciais nas redondezas do Morro do
Vintém naquele mesmo dia 17 de agosto de 1966, além de vários outros
relatos.
Mas o que será que os rapazes estavam fazendo com duas máscaras de chumbo? Deixe sua teoria nos comentários abaixo!
Fonte: www.euviali.com
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